Perguntas frequentes
A sua saúde é o seu bem mais precioso. Como tal, quando falamos em suplementação, temos de garantir que o que tomamos tenha a máxima qualidade possível. A riqueza nutricional de um suplemento é a fonte da sua eficácia final e a chave para se obter resultados profiláticos ou até mesmo terapêuticos. E esta, é a nossa maior aposta: a qualidade e eficácia das marcas que representamos.
É por isto que, todos os nossos produtos obedecem às mais rigorosas normas de qualidade, segurança e certificação internacional.
Embora os suplementos alimentares não sejam considerados fármacos e não contenham substâncias farmacológicas, a sua preparação segue exactamente as mesmas normas e procedimentos relativamente ao controlo de qualidade, pureza das matérias-primas e certificação técnica.
Além de cumprirem com as normas vigentes exigidas pela FDA através da Good Manufacturing Practice (GMP), os suplementos da Vitality BioPharma são inspeccionados e certificados por mais duas entidades: a Therapeutic Goods Administration (TGA) of the Government of Australia e a prestigiada National Science Foundation (NSF) International.
Na produção dos nossos produtos, são utilizados apenas ingredientes registados e autorizados pelas Directivas Comunitárias e Lei Portuguesa*, respeitando-se as dosagens de segurança, informações ao consumidor e outras imposições previstas.
Além da segurança comprovada de cada composto, os suplementos alimentares da Vitality BioPharma incluem unicamente compostos, cujo benefício tenha sido comprovado em estudos científicos reconhecidos, e cujo benefício profilático ou terapêutico seja demonstrado pela sua utilização contínua ao longo do tempo para esse mesmo fim.
[*Parlamento Europeu. Directiva 2002/46/CE do Parlamento Europeu e do Conselho de 10 de Junho de 2002. J. Of. das Comunidades Eur. 2002;51–7. Governo da República. Decreto-Lei 136/2003 de 28 de Julho. Diário da República. 2003;3724–8.]
Com base da diretiva comunitária e decreto-lei correspondente*, Portugal define-o como:
"Géneros alimentícios que se destinam a complementar o regime alimentar normal e que constituem fontes concentradas de determinados nutrientes ou outras substâncias com efeito nutricional ou fisiológico, estremes ou combinados. Comercializados de forma doseada; apresentação: cápsulas, pastilhas, comprimidos, pilulas, frascos com conta-gotas, etc. Destinam-se a ser tomados em unidades medidas de quantidade reduzida. Podem conter: vitaminas, minerais, aminoácidos, ácidos gordos essenciais, fibras, plantas e extratos de plantas."
[*Parlamento Europeu. Directiva 2002/46/CE do Parlamento Europeu e do Conselho de 10 de Junho de 2002. J. Of. das Comunidades Eur. 2002;51–7. Governo da República. Decreto-Lei 136/2003 de 28 de Julho. Diário da República. 2003;3724–8.]
A palavra “nutracêutico” resulta da fusão de 2 palavras: nutriente e farmacêutico, já que estes produtos incorporam, frequentemente, extratos produzidos a partir dos alimentos, substâncias sintetizadas ou vegetais, mas aparecem na forma de cápsulas, comprimidos ou soluções. Assim, tem-se um produto isolado ou purificado a partir dos alimentos, mas que é apresentado com o mesmo aspecto dos medicamentos.
Os suplementos à base de plantas além de possuírem as propriedades nutritivas que lhe são reconhecidas, possuem simultaneamente propriedades medicinais, que dependem não só do tipo de utilização como das quantidades ingeridas. Estes têm na sua composição bio-activos que têm sido, desde sempre, alvo de inúmeros estudos científicas, acerca das suas propriedades antioxidantes e outras igualmente benéficas para a saúde das pessoas, incluindo uma mais-valia contra vários tipos de cancros, nomeadamente: cancro do esófago, pulmão, estômago, faringe e cólon, entre outros.
(Pinto JF. Nutracêuticos e alimentos funcionais. Lidel - ed. Lisboa; 2010. p. 3–14. Dias JMC de S, Reis L. Alimentos funcionais e nutracêuticos. Brasília; 2002 p. 4–8. Avrelija C, Walter C. Antimicrobial agents deriving from indigenous plants. Recent Pat. Food. Nutr. Agric. 2010;2:83–92. Convention UP. The regulation of dietary supplements. 2006. Balsano C, Alisi A. Antioxidant effects of natural bioactive compounds. Curr. Pharm. Des. 2009;15:3063–73. Liu RH. Potential synergy of phytochemicals in cancer prevention: mechanism of action. J. Nutr. 2004;134:3479S–3485S.)
A crescente preocupação com o bem-estar e saúde tem fomentado uma procura cada vez maior por uma alimentação equilibrada e por uma maior adesão à prática do exercício físico, visando a optimização da saúde e qualidade de vida.
Esta tendência, cada vez mais presente na população portuguesa, tem levado a um crescente interesse pelos suplementos alimentares, no sentido de complementar o seu regime alimentar e a sua performance na actividade física.
E, de facto, os suplementos alimentares têm acompanhado a evolução do homem, ao longo do tempo, e comprovado os seus benefícios ao aumentar a qualidade de vida dos seus consumidores, ganhando um papel cada vez mais importante no nosso estilo de vida.
Por outro lado, o facto de haver cada vez mais informação sobre suplementação, mais facilidade de acesso à mesma pelos consumidores, e um maior número de profissionais com formação nesta área, tem suscitado um maior interesse por parte da população e, em consequência, um maior esclarecimento sobre este tipo de produtos.
Compete a todos os profissionais de saúde, em particular médicos de medicina convencional e de medicina funcional, farmacêuticos e nutricionistas especializados nesta área, naturopatas e homeopatas, aconselhar os clientes da forma mais adequada a cada caso.
Muitos suplementos apresentam ingredientes funcionais com benefícios a curto-prazo como, aumentar o bem-estar e o desempenho fisiológico a vários níveis mas, mais importante que isso, são aqueles suplementos que possuem efeitos a médio e longo prazo, tão importantes como reduzir o risco de muitas doenças. Actualmente, o recurso a protocolos de suplementação é indispensável por vários motivos, como por exemplo:
- Baixa ingestão de nutrientes (má qualidade dos alimentos ingeridos pelo processamento excessivo dos mesmos, agricultura e pecuária intensivas, má preparação dos alimentos, maus hábitos alimentares, entre outros);
- Alteração da digestão, da absorção dos nutrientes e da flora intestinal;
- Desequilíbrios metabólicos e hormonais (estado de doença, gravidez e amamentação, treino de alto rendimento, entre outros);
- Má qualidade do sono e stress crónico;
- Deplecção de nutrientes pela toma de vários medicamentos (ex: anti-ácidos, anti-inflamatórios, anticolesterolémicos, antibióticos, ansiolíticos, etc.);
- Exposição crescente a toxinas ambientais - xenoestrogéneos, carcinogéneos alimentares, parabenos, entre outros;
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